Infecções Hospitalares – Sérios riscos aos pacientes, funcionários e corpo médico.

Neste blog temos alertado em vários artigos sobre os sérios riscos dos ambientes fechados como um todo, e mais especialmente em hospitais, clínicas, consultórios, ambulatórios e ambulâncias. Estes ambientes são extremamente propicios para a proliferação de vários tipos de bactérias letais à nós.

Reportagem da Revista Veja:
http://veja.abril.com.br/noticia/saude/campinas-amplia-busca-por-criancas-infectadas-em-maternidade

Campinas amplia busca por crianças infectadas em maternidade
A Secretaria de Saúde de Campinas afirmou nesta sexta-feira que crianças nascidas entre os dias 1º de novembro e 31 de dezembro de 2011, na ala 3 da maternidade do Hospital Madre Theodora, em Campinas, farão exames para detecção de tuberculose. De acordo com a Vigilância Sanitária da cidade, 107 bebês, nascidos entre janeiro e junho de 2012 na ala, foram contaminados com tuberculose. As investigações foram estendidas depois que dois bebês, um nascido em dezembro de 2011 e outro no dia 2 de janeiro de 2012, foram diagnosticados com a doença.

tuberculosis

As crianças foram contaminadas por uma assistente de enfermagem que estava doente, e foi diagnosticada apenas em agosto de 2012. Segundo Maria Alice Satto, coordenadora do Programa de Controle de Tuberculose do Município de Campinas, a funcionária era fumante, o que mascarou seu diagnóstico. “Fumantes normalmente já tossem muito. Eu diria que, no caso dela, houve uma desvalorização dos sintomas pelo hospital”, diz.

Contaminação — A investigação começou depois que duas crianças nascidas na maternidade do hospital foram diagnosticadas com tuberculose em abril e em agosto de 2012. Como a profissional havia sido diagnosticada em agosto — estava de férias desde 30 de junho —, todos os funcionários do Madre Theodora passaram por exames clínicos e radiológicos. Em seguida, a Vigilância Sanitária analisou 1.054 bebês nascidos na ala 3, entre janeiro e junho de 2012. Desses, descobriu-se que 17 desenvolveram a doença e outros 90 têm infecção latente (foram infectados, mas não desenvolveram a doença).

Agora, com a nova fase de investigações, outras 282 crianças serão examinadas a partir da próxima semana. A Vigilância não estabeleceu prazo para a avaliação final, já que a análise dessas crianças leva em conta diversas variáveis. “Se um bebê estiver doente, com febre por exemplo, essa condição terá que ser tratada antes de se procurar pela tuberculose”, diz Maria Alice.

Outros casos — De acordo com a Vigilância, outras duas crianças nascidas no hospital em julho e agosto de 2011 também foram diagnosticadas com tuberculose. O vínculo epidemiológico com a assistente de enfermagem, no entanto, é pouco provável. Mas como medida adicional de segurança, todas as quase 600 crianças nascidas entre julho e outubro de 2011 serão contatadas por telefone. Será feita uma triagem por pediatras para verificar se há indícios da doença. “O risco maior da criança adoecer é de, em média, dois anos após a exposição. No caso do Hospital Madre Theodora essa média tem sido de quatro meses. Consideramos que seja pouco provável a relação entre esses casos”, diz Maria Alice.

Saiba mais sobre a Tuberculose:
Causada pela bactéria Mycobacterium tuberculosis, a doença provoca infecção no pulmão, embora possa afetar outros órgãos. É transmitida via aérea e na maioria dos casos — 90 a 95% — permanece latente no organismo. Nos 5 a 10% de pessoas que têm a doença ativa, a bactéria multiplica-se e deixa o paciente doente, causando dificuldade respiratória, tosse, dor no peito e acúmulo de líquido entre o pulmão e o tórax, entre outros sintomas.

Tecnologia Verde

A Tecnologia UV-C é uma importante arma para o combate e prevenção contra os micro-organismos em ambientes fechados e principalmente contra bioterrorismo recomendado fortemente pela NHS (National Health Service), FDA (Food and Drug Administration), FEMA (Federal Emergency Management Agency), CDC (Centers for Disease Control and Prevention), ASHRAE (American Society of Heating, Refrigerating and Air Conditioning Engineers) e IUVA (International Ultraviolet Association)

Tecnologia UV-C é ecologicamente correta e sustentável sem uso de produtos químicos e tóxicos. Maiores informações no site:
http://www.xgerms.com.br

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